A verdade é que, com uma boa construção de marca, você cria uma imagem própria, e com isto, você se posiciona e se empodera, o que traz resultados significativos e empatia ao seu público, aproximando-se ainda mais deles.

A função de um designer é, no fundo, identificar o melhor de cada projeto, seja ele pessoal ou de um negócio, e isso ocorre através de um processo de análise detalhada, que parte de um questionário inicial (chamado briefing), e em seguida de uma pesquisa sobre tudo que envolve o universo do projeto, (chamado moodboard), como linguagem visual e de comunicação, cores e formatos, postura e outros detalhes mais, para só assim, criar uma marca completa, autêntica e autoral, com traços próprios de personalidade.

E o processo criativo envolve diversas etapas além disso, e como designer minha função é de também explicar e orientar em cada uma delas, para as escolhas e decisões indicarem o que mais se alinha com o projeto, para chegarmos nos melhores resultados.
 Mas, não se trata apenas de escolher a melhor letra, cor ou formato. Estas etapas são de extrema importância para a criação, pois trata-se, de uma mentoria para definir cada detalhe, e o poder que cada um deles tem de transformar e levar ao público tudo o que a marca deseja mostrar – força, presença, poder, afeto, paz, tranquilidade, responsabilidade, consciência e muito outros significados, vontades e emoções.

E durante este processo, há o mais importante em minha perspectiva: a oportunidade de olhar com mais carinho e objetividade para si próprio, avaliando tudo – gostos pessoais, personalidade, trabalho e postura profissional, visão de mundo e o por quê de todo o projeto, ou seja, o propósito.

Com a clareza e a consciência de tudo, o poder automaticamente está nas mãos: ressaltar as potencialidades, focar a visão para algo mais bem trabalho e específico, profissional, voltado para o futuro e, principalmente, transmitir ainda mais tudo o que se deseja.


A marca é, por fim, a materialização da própria personalidade, seja ela pessoal ou de um negócio, e tem a capacidade de causar impacto, de tocar, de transmitir emoções, de transformar.

E com boas escolhas, isso será mais potencializado, eficaz e consciente, e capaz de transformar a nós próprios, que com isto em mãos temos a oportunidade de buscar meios de evoluir e tornar tudo isso ainda mais consolidado em nós.

Logo, é aí que minha missão como designer se manifesta: auxiliar, por meio de uma curadoria profunda e transformadora, junto a perguntas certas e insights durante o processo, a tornar real todos os seus pensamentos e emoções – sobre você mesmo ou seu projeto – em uma marca gráfica visualmente bonita, funcional, cheia de significado e propósito. O equilíbrio perfeito.

Afinal de contas, é justamente isso que faz de você e seu negócio algo único no mundo – sua essência e sua personalidade.

Todos podem mostrar ao mundo seus ideias, provocar transformações e incentivar mudanças, e sua marca tem grande poder pessoal e fundamental nisso.

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